Saiba como a previdência privada ajuda você no futuro

A Reforma Previdenciária é o assunto do momento quando se fala em planejar a aposentadoria. A alteração das regras de concessões dos benefícios, para o bem do equilíbrio financeiro, tem como principais pontos a inclusão da idade mínima para concessão da aposentadoria por tempo de contribuição e a redução do valor da pensão por morte.

Essa proposta também prevê o endurecimento das normas para concessão dos outros benefícios previdenciários, como por exemplo, aposentaria especial, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e auxílio-acidente.

Diante desse cenário, se torna, ainda mais, indispensável o planejamento da aposentadoria. Mesmo antes de se falar em Reforma da Previdência já foi comprovado que a participação em um plano de previdência complementar garante maior conforto e segurança após o desligamento da empresa.

De acordo com o presidente da Amaer e representante do Conselho Fiscal da Ceres, Sebastião Cardoso, é importante fazer um planejamento para garantir uma estabilidade financeira na aposentadoria. “A Previdência Social é a forma mais comum de planejar a aposentadoria, mas nunca deve ser a única (ou a principal) fonte de renda de um aposentado, pois o piso ou teto é limitado. Diante desse cenário é comum encontrarmos pessoas aposentadas do INSS que fazem bicos ou procuram outra fonte de renda”, explica.

Grande conhecedor do assunto, Sebastião Cardoso elenca mais quatro motivos para garantir a tão sonhada tranquilidade ao se aposentar:

⇒ Considere a Previdência Privada

Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro e outros problemas relacionados ao cenário econômico do país, não é aconselhável contar apenas com a Previdência Social. É necessário aderir a um Plano de Previdência Complementar que hoje está disponível no mercado, como também os Fundos Instituídos.

Ao contrário da Previdência Pública obrigatória, existem diferentes planos de Previdência Privada, o que amplia o leque de escolhas.

O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é um plano indicado para quem é isento ou faz declaração do Imposto de Renda de forma simplificada.

O PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) é ideal para quem preenche o formulário simplificado do Imposto de Renda.

Essas duas modalidades estão disponíveis na rede bancária. Vale lembrar que essas considerações estão relacionadas para as pessoas que não estão vinculadas a empresas estatais, seja elas federais ou estaduais, que já ofertam este tipo de benefício.

⇒ Planeje a aposentadoria o quanto antes

Investir na Previdência Privada desde cedo é uma ótima ideia para planejar a aposentadoria. Quanto antes investir, menor o valor mensal a ser investido.

Aprenda a economizar. Uma pesquisa do SPC apontou que 57% dos brasileiros não se preparam para a aposentadoria, desses 17% revelaram que pretendem depender apenas do INSS.

⇒ Faça um bom planejamento financeiro

O planejamento é peça fundamental para a saúde financeira de qualquer pessoa. Coloque os gastos na ponta do lápis, Não se esqueça de controlar a renda e anotar todas as entradas e saídas.

Nunca se esqueça que o aposentado tem mais gasto com saúde, pois quem segue com o plano de saúde coletivo da empresa precisa se preparar para pagar o valor integral na aposentadoria, pois os subsídios retirados encarece a mensalidade.

 ⇒ Mantenha um caixa para eventos inesperados

Uma vez aposentado é ideal que se mantenha uma quantia separada para os gastos eventuais, como por exemplo, viagem de última hora, troca de carro, entre outros.

⇒ Ceres – referência na administração de planos da Previdência Complementar

Um grande exemplo de eficiência na administração de planos da Previdência Complementar é a Ceres – Fundação de Seguridade Social. Ela representa segurança e tranquilidade para os participantes.

A Fundação Ceres é que um Fundo de Pensão que administra planos de benefícios de empresas, que denominamos Patrocinadora. Sem fins lucrativos,  administra os planos de previdência complementar de oito empresas patrocinadoras: a Embrapa, a Emater-MG, a Epamig, a Epagri, a Cidasc, a ABDI, a Emater-DF e a própria Ceres.

A Fundação utiliza seus meios  comunicação para informar sobre o desempenho dos Planos de Benefícios. Dessa forma o participante toma conhecimento do comportamento dos indicadores.

Um indicador que mostra a segurança do plano é representado pela rentabilidade de seus investimentos, que deve ser igual ou maior que o índice atuarial (INPC e mais 5,25% de juros), pois se este índice for inferior ao atuarial, dizemos que o plano está com déficit, ou seja, em desequilíbrio.

Segundo Sebastião Cardoso, a boa administração da Ceres mantém os participantes seguros. “Nos últimos anos, temos a tranquilidade que as rentabilidades dos investimentos estão alcançando os índices atuariais, graças à aplicação correta da política de investimentos aprovada pelo Conselho Deliberativo. As aplicações dos recursos financeiros da Instituição são bastante seguras, pois seu portfólio é bastante conservador”, encerra.