Visão dos participantes ativos e assistidos no futuro da Ceres

O que preocupa nossos participantes ativos e assistidos, é saber se o plano terá capacidade de pagar os benefícios, quando chega a sua vez de se aposentar, e isto é a grande preocupação de todos que estão nos planos de previdência complementar.

A Ceres busca manter o equilíbrio técnico entre o dinheiro que esses planos deveriam ter para pagar vitaliciamente os benefícios atuais e futuros aos participantes assistidos, sendo registrado como deveres do PASSIVO (Compromissos), e o dinheiro que os planos tem para   cobertura a este pagamento, que é registrado como bens e direito no ATIVO (os investimentos). Se o ativo for igual ao passivo, há o equilíbrio técnico pretendido; Se o ativo for maior, há o desequilíbrio técnico, porem positivo que se chama de Superavit; Se o Ativo for menor que o Passivo há o desequilíbrio técnico negativo que chama de Deficit.

Em análises já realizadas nos documentos da Ceres, pelos conselheiros fiscais, percebe-se um bom desempenho da Fundação, no que diz respeito aos resultados dos investimentos, garantindo tranquilidade quando os valores são comparados com os valores do passivo.

Um bom exemplo da saúde financeira da Fundação é que até dezembro de 2017, a rentabilidade dos recursos garantidores atingiram o percentual de 13,27%, valor perceptivelmente maior se comparando à meta estabelecida, que foi de 8.07%, um resultado considerado excelente.